Perguntas mais frequentes

Planejamento

Por que eu investiria em um projeto de tão longo prazo?

Muito se engana quem acredita que somente com 15 anos a floresta terá valor comercial. A partir do momento que o plantio é feito, o valor da floresta já estará agregado à terra. Temos clientes sendo procurados por compradores interessados na compra de suas fazendas exclusivamente pelo fato de terem o plantio já estabelecido ( Tivemos casos em que investidores estrangeiros fizeram oferta a um cliente para a compra antecipada da madeira.)

Por que diversificar o foco da minha fazenda?

Diversificar investimentos sempre será uma excelente alternativa para planejamentos futuros. e minimização de riscos.

Se você está analisando a possibilidade de diversificar seu investimento, não precisa abrir mão da atividade que está acostumado e conhece, como gado ou alguma outra plantação. Faça a experiência em áreas menores, invista em consórcio do mogno com outras culturas e veja o resultado na prática. Dizem que o melhor dia para ter plantado o mogno foi há 15 anos atrás e que o segundo melhor dia é hoje. Não perca esta oportunidade.

Como identificar um viveiro idôneo?

Um viveiro idôneo deve ser registrado perante o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, que irá lhe conceder um número de RENASEM (Registro Nacional de Sementes e Mudas)

Além disso, os viveiros deverão sempre emitir Nota Fiscal de venda das mudas, que deverão acompanhar o trânsito da mercadoria até o local de plantio e ser arquivada para futuro processo de certificação da floresta. Junto com a Nota Fiscal também deverá ser encaminhado um Termo de Conformidade das mudas, assinado pelo responsável técnico do viveiro, que atestará a saúde daquele lote de mudas comercializada.

O Viveiro Origem cumpre com rigor todas estas exigências. Além disso, estamos abertos para recebê-los em nossas dependências na zona rural de Felixlândia/MG. Será um prazer recebê-lo!

Quais as melhores regiões para se cultivar o mogno africano?

Já existem plantios de mogno africano em praticamente todas as regiões do Brasil, havendo uma concentração maior destes plantios no norte do Brasil. Estima-se que já existam 15 mil hectares plantados no Brasil. O mogno africano tem apresentado boa adaptação ao clima brasileiro, sendo menos indicado para áreas muito frias e com ocorrência frequente de geadas ou neve.

Caso a região apresente períodos chuvosos mal distribuídos durante o ano e baixo índice pluviométrico (acima de 1.200 mm/ano), sugerimos a instalação de projeto de irrigação ou estrutura para molhar as mudas (carro pipa, por exemplo), especialmente nos três primeiros anos do plantio.

Quais os riscos? Eles valem a pena?

A cultura do Mogno africano no Brasil é nova, portanto, ainda não possui vários ciclos de exploração consolidados como ocorrem em outras culturas. Entretanto, o mogno africano possui alguns diferenciais que respaldam sua potencialidade:

  • Nova cultura – como toda nova cultura, implica em riscos, mas também em OPORTUNIDADES!
  • Mercado de madeira nobre – trata-se de mercado em crescente demanda e oferta cada dia mais controlada e com limites físicos de exploração. Para se ter uma ideia, no ano de 2015 o kaya ivorensis teve uma valorização de 20%, conforme dados obtidos no relatório do ITTO (International Tropical Timber Organization).
  • Plantio consorciado – Possibilidade de plantio da floresta consorciado com outras culturas. Com isto seriam aproveitados os benefícios da adubação e da irrigação já disponíveis para a exploração de outra cultura de ciclo mais curto.

Para quem eu venderei esta madeira no futuro?

O proprietário da floresta terá várias opções no momento de vender sua madeira:
– Madeira “em pé” (Menor valor comercial), cortada em toras (Médio valor comercial) e Madeira serrada ( Alto valor comercial )
Tanto o mercado nacional, quanto o internacional têm carência de madeiras nobres.
Para o mercado externo, o valor é ainda mais alto ( com documentações adicionais requeridas )

Quais fontes de financiamento eu posso utilizar?

No Estado de São Paulo já existe uma linha específica de financiamento para o Mogno (FEAP/BANAGRO), muito atrativa por apresentar uma baixa taxa de juros e carência de 8 anos.
Nos outros Estados do Brasil, as linhas mais adotadas são as do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), com juros medianos.
Em razão dos compromissos adotados pelo Governo brasileiro relativos às metas de reflorestamento e preservação de florestas, novas linhas de crédito estão sendo desenvolvidas.

O que pode ser feito com o mogno?

A madeira do mogno é uma madeira nobre que pode ser utilizado para os mais variados fins, como, por exemplo:

  • Confecção de móveis e adornos – mesas, cadeiras, armários, bancos, móveis com designer exclusivo, esculturas, etc.
  • Uso na construção civil – pisos, acabamentos finos, etc.
  • Instrumentos musicais, como violões e guitarras.

Já existem pesquisas para a utilização de partes da árvore (folhas e caule) na indústria de cosméticos, farmacêutica e até mesmo na produção de ração para gado.

Trata-se de madeira muito bem aceita pelas marcenarias norte americanas e européias, devido às suas características técnicas, como cor, desenho natural da madeira e facilidade de manuseio, odor agradável, etc.

Quais os principais benefícios do reflorestamento comercial visando madeira?

– ECOLÓGICOS: conservação do solo, proteção da água, melhoria no microclima, tanto para as plantas, pessoas e animais.
– ECONÔMICOS: diversificação da produção e aumento da renda por área, créditos de carbono, créditos de reposição florestal, poupança verde!
– SOCIAIS: geração de EMPREGO no meio rural, mantendo famílias nos sítios e fazendas, resgatando e mantendo as tradições, folclores e conhecimentos populares, melhorando a qualidade de vida de todos os envolvidos na atividade.

Plantio / Cultivo

Posso consorciar o mogno africano com outras culturas?

O consórcio do mogno com outras culturas já é uma realidade e visa otimizar a área explorada com a introdução de uma cultura paralela que se beneficiará da adubação, irrigação (caso aplicável) e sombreamento proporcionado pelas árvores de mogno. Consórcios com café, com pimenta do reino, com melancia e com laranja são alguns exemplos que já estão ocorrendo no Brasil.

Posso consorciar o mogno com gado?

O consórcio com o gado é teoricamente possível e a recomendação é que seja iniciado apenas após o terceiro ou quarto ano do plantio. Este período deve ser respeitado para evitar que o gado pisoteie as mudas e também pelo fato de as folhas serem muito palatáveis para o gado, que poderia levar à completa destruição dos brotos e da muda.

Entretanto, alguns relatos recentes têm alertado para o fato de que o gado tem se interessado inclusive pelo tronco de árvores mais velhas (com mais de quatro anos), o que pode representar alguma carência nutricional ou um comportamento corriqueiro que poderá inviabilizar o consórcio. A recomendação mais conservadora é que se faça um teste antes em áreas menores para verificar o comportamento do gado.

É necessário irrigar o plantio de mogno?

A muda de mogno Kaya ivorensis necessita de água especialmente nos três primeiros anos de plantio, pois é nesta época que suas raízes estão se aprofundando e se estabelecendo no solo. Por isto, a irrigação por meio de um sistema instalado ou até aquela que chamamos de “irrigação de salvamento”, feita por meio de carros pipa, é importante neste período, caso o índice pluviométrico seja baixo (abaixo de 1.200 ml/ano) ou haja período grande de estiagem nestes primeiros anos do plantio.

O custo da irrigação pode até parecer alto quando avaliado isoladamente, mas os benefícios trazidos pela irrigação, em termos de crescimento e precocidade da árvore, são compensatórios no final do processo. A falta de água no período de estabelecimento da muda pode comprometer todo o investimento!

Como plantar o mogno africano?

No momento de entrega de nossas mudas aos nossos clientes fornecemos um Manual contendo as orientações básicas para o plantio, desde os cuidados com a muda, forma de plantio, etc.

Sugerimos que seja sempre efetuada uma análise do solo a ser plantado para que, com base no resultado obtido, haja o  preparo deste solo para o recebimento das mudas.

Nós, do VIVEIRO ORIGEM, auxiliamos nossos clientes, de forma gratuita, nesta primeira interpretação e recomendações para adequações no solo. Entre em contato conosco 

É necessário adubar?

Sim, a adubação é muito importante para o solo seja corrigido e possa proporcionar à muda o máximo de nutrientes para o seu pleno desenvolvimento.

Normalmente são feitas as seguintes adubações: adubação prévia na área do plantio, adubação na cova no momento do plantio, adubação de arranque (já com a muda estabelecida no solo) e posteriormente adubações periódicas de cobertura.

Claro que cada tipo de solo irá necessitar de adubos específicos. O ideal é sempre fazer uma coleta do solo (amostras com 20 e 40 centímetros de profundidade), enviá-lo para análise e interpretar o resultado. Fazemos, de forma gratuita as interpretações e recomendações das primeiras adubações para você. Entre em contato conosco

Quais pragas podem atacar o mogno africano no Brasil?

Não existem registros de ataques de broca de ponteira ao mogno africano Kaya ivorensis, como ocorria com o mogno brasileiro. Os cuidados com o plantio desta espécie devem estar voltados para formigas, cupins e abelhas arapuá.

É preciso certificar minha floresta?

Para o processo de corte da madeira, faz-se necessária apenas um cadastro prévio perante o órgão florestal estadual. A Certificação não é necessária para o corte e nem mesmo para a comercialização da madeira no Brasil, já que o mogno africano é uma madeira exótica sem restrições de venda em nosso país.

Entretanto, a Certificação da madeira já uma exigência feita pelas melhores marcenarias do Brasil e uma exigência comum ao processo de exportação da madeira. A chancela de uma certificadora idônea gera transparência ao processo e agrega valor ao produto.

A certificação visa aferir e certificar o processo de produção da madeira como um todo, através do qual são verificados diversos itens para se validar o manejo sustentável da floresta, como, por exemplo, a segurança do trabalho, a utilização de mão de obra regular no manejo da floresta, o registro regular de propriedade da terra, etc.

Cortar as árvores no futuro prejudica o meio ambiente?

O corte das árvores é o objetivo de quem investe em projetos de reflorestamento. O reflorestamento é uma atividade sustentável, que, na maioria das vezes, recupera áreas antes degradadas e proporciona melhorias no microclima da região, influenciando no aumento de chuvas, em uma melhor retenção da água no solo, em redução de erosões, etc.

A árvore cumpre um ciclo de crescimento e, consequentemente, de absorção de carbono. No momento em que este ciclo é cumprido (ponto de equilíbrio), o ideal é que ela seja cortada e em seu lugar nova árvore nasça (rebrota ou novo plantio). Este ciclo bem administrado demonstra boas práticas de manejo e de utilização da terra.

Além disso, áreas reflorestadas evitam que madeira nativa seja derrubada e novas áreas sejam degradadas.

O VIVEIRO ORIGEM fornece alguma assistência técnica no pós vendas?

Prestamos auxílios técnicos aos nossos clientes por telefone sem custos adicionais. Caso seja necessário o deslocamento ao plantio para alguma avaliação mais aprofundada, serão cobrados os custos com o deslocamento/estadia e apenas a diária do técnico para esta visita.

O VIVEIRO ORIGEM entrega as mudas?

Sim, o viveiro ORIGEM entrega as mudas por meio de caminhão próprio adequado para o transporte deste produto. Cobramos, em média, o equivalente a R$1,5/Km rodado.